Você lembra quando percebeu que o mundo parecia não ter sido feito pra você?
Somos a geração que cresceu ouvindo que precisava correr mais, se esforçar mais, aguentar mais. Normalizaram o cansaço. Normalizaram a falta de tempo. Não aceitamos isso.
Somos os que acordam cedo e dormem tarde. Os entregadores, os comerciários, os trabalhadores da escala 6×1, os estudantes que emendam o estágio com a faculdade, os artistas, o pessoal que rala. Somos a juventude da periferia que produz arte, música, conhecimento e movimento.
O corre é nosso. Mas as decisões, ainda não. É por isso que chegamos — não para pedir espaço, mas para ocupar o que sempre foi nosso por direito.
Ler o manifesto completo →Você lembra quando percebeu que o mundo parecia não ter sido feito pra você? Talvez foi na fila do ônibus às 5h. Talvez foi quando você precisou escolher entre pagar o aluguel e comprar o material da faculdade.
Somos os que acordam cedo e dormem tarde. Os entregadores, os comerciários, os trabalhadores da escala 6×1, os estudantes que emendam o estágio com a faculdade, os artistas. Somos a juventude da periferia que produz arte, música, conhecimento e movimento.
Somos o receio de todos aqueles que querem nos ver ocupados demais pra questionar, cansados demais pra organizar, endividados demais pra sonhar. O corre é nosso. Mas as decisões, ainda não.
A escala 6×1 precisa acabar. O salário mínimo regional é necessário. A tarifa zero no transporte não é utopia — é política pública. Defendemos educação pública, gratuita e de qualidade. O Espírito Santo ainda não tem universidade pública estadual — lutamos para mudar isso.
Somos a geração que se recusa a aceitar a precarização como destino. Nossa força está na solidariedade, na organização coletiva e na convicção de que outro Espírito Santo é possível — um onde a periferia não sobrevive: ela vive.
As eleições de 2026 são a nossa chance de colocar a juventude da classe trabalhadora no centro das decisões. De eleger quem veio de onde a gente veio. Porque o futuro não pode ser privilégio de poucos. O corre é nóis. E a luta também.
Sete bandeiras construídas com quem vive a periferia todos os dias. Clique para ler e contribuir.
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